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arte pela liberdade

26.10.17

 #despina



O nome originário de uma das cidades imaginadas por Ítalo Calvino no livro “As Cidades Invisíveis”, de 1972 batiza o espaço independente de arte e ativismo, localizado no centro histórico do Rio. Não é por menos. Neste livro, o autor italiano descreve uma cidade que se apresenta diferente pra quem chega por terra ou pelo mar, sugerindo uma reflexão sobre a contradição e a dualidade do espírito humano, bem como a diversidade de perspectivas que um único objeto pode proporcionar.



Assim é Despina, uma associação cultural sem fins lucrativos que quer criar uma plataforma vibrante e inovadora pro desenvolvimento da produção artística, do intercâmbio cultural, do pensamento crítico e de colaborações no campo da arte contemporânea.



O projeto é responsável pela gestão conceitual e operacional dos projetos em curso no Largo das Artes e uma de suas bandeiras é da revitalização urbana e cultural desta área do centro. Por lá você encontra um espaço pra exposições e ateliês, além de um programa de residências artísticas e uma série de cursos e workshops super bacanas. Dentre eles 5 exposições anuais e também outras ações, como cineclubes, conversas com artistas e curadores.





Consuelo Bassanesi, Frederico Pellachin, Pablo Ferretti e Clarice Correa são responsáveis pela Despina que é aberta ao público para visitação - de terça a sexta-feira, das 11h às 19h horas. A entrada é gratuita e a equipe deixa claro que todoxs são muito bem- vindxs.

Pra anotar na agenda: amanhã vai rolar mais uma edição da Saara Nights - que conta com os ateliês abertos - junto com a mostra de encerramento de residências, lançamento da revista SuperRio Superficções (do artista Guerreiro do Divino Amor) e Lê Almeida e banda tocando ao vivo uma trilha para o filme "Copacabana Mon Amour". Imperdível! 





Pra saber mais sobre as atividades da Despina e também sobre como participar do Programa de Residências é só correr pro site, ou seguir e saber tudo pelo Instagram.
 
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