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é samba que elas querem

16.12.17

 #samba que elas querem



Território dominado por homens, o samba por muito tempo não deu vez as mulheres. As rodas, as composições, o palco e o sucesso vibravam sempre no masculino enquanto a importância delas era minimizada.

Ainda assim, sambistas mulheres de ontem e hoje deixaram suas marcas na história. Não pediram passagem, mas chegaram junto com suas posturas questionadoras em forma de versos sobre o universo feminino.



E foi assim, querendo cantar forte nesse refrão sobre a protagonização do sexo feminino no cenário do samba carioca, surge o Samba que Elas Querem.

Quebrando tudo nos tambores, tamborins e pandeiros, chorando a viola e o cavaco, Angélica Marino, Bárbara Fernandes, Cecília Cruz, Duda Bouhid, Isabela Ciavatta, Júlia Ribeiro, Mariana Solis e Silvia Duffrayer formam a roda que nasceu no Bar Dos Irmãos, no Catete, zona sul do Rio de Janeiro.

Créditos da foto: Pedro Lobo 

Na roda de moça não pode faltar o inegável legado deixado por Jovelina Pérola Negra, Clara Nunes, Elza Soares e Dona Ivone Lara. Não ficam de fora também Paulinho da Viola, Dorival Caymmi, Toninho Geraes, Cartola, Fundo de Quintal, Paulo César Pinheiro, João Nogueira, Roque Ferreira e Almir Guineto. Do samba antigo ao pagode mais moderno. Uma verdadeira mistura de todas as gerações.



Como Clementina de Jesus já dizia, "sai de baixo, senão eu vou passar por cima"! E é assim que o Samba que Elas Querem mostra que lugar de mulher é onde ela quiser! ;) Pra saber sobre a agenda de apresentações das manas é só ficar de olho na página delas no Facebook e no Instagram.


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