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feira gambiarra

30.04.17

 #feira gambiarra



Gambiarra é aquele conjunto de lâmpadas charmosas penduradas por um fio pra iluminar áreas externas, mas a palavra também foi adotada como gíria brasileira que significa improvisação.

Com uns 220 volts de ideias na cabeça, a blogueira e figurinista Taya Oliveira resolveu reunir seus desapegos e levá-los pra praça pública com o objetivo de fazer uma graninha e também reunir as amigas. Nessa mesma corrente de energia boa, Carol Tavares, que confeccionava bijouterias, e Clara Rodrigues, produtora e figurinista, sincronizaram os pensamentos com a mesmíssima ideia. Unindo a fome com a vontade de comer, o trio de manas - que nem se conheciam até então! - juntou os desapegos e as bijoux e botaram o bloco na rua​​​​, ou melhor, em Nova Iguaçu. Foi ali, na improvisação certeira, que a oferta encontrou a demanda e nasceu o que seria a 1ª edição da Feira Gambiarra.


O projeto, que quer descentralizar a moda no Rio, nasceu na Baixada Fluminense e tem como endereço a Praça do Skate em Nova Iguaçu - a primeira pista de skate da América Latina. 

São cerca de 50 expositores por edição da Feira, divididos em três áreas: brechós, gastronomia e “produtos novos”. A intenção é fomentar a economia local e incentivar os empreendedores da baixada, mas embora a maioria dos expositores sejam locais, a Gambiarra recebe inscrições de todos os lugares do RJ e cobra uma taxa de inscrição bem abaixo do mercado de feiras de moda, variando de acordo com as necessidades de estrutura de cada nicho de exposição. As inscrições são abertas e divulgadas através da página da Feira Gambiarra, e o atendimento é via inbox.


 
A ideia das meninas é levar, pra além do eixo Centro - Zona Sul da cidade, o combo de comércio de moda alternativa acessível, acompanhado de intervenções artísticas. As Djs (a preferência é sempre das minas ) comandam o evento desde o início do dia, transformando a praça no cair da tarde em uma grande pista de dança. Além das carrapetas sempre bombando, a feira conta com shows, intervenções de poesia e esquetes de teatro-circo.

“A festa Batekoo foi uma experiência que transcendeu tudo o que já fizemos e certamente foi o evento mais cheio, mesmo debaixo de chuva. A programação de DJs da festa chamou um público diverso e muita gente de fora que não conhecia a Baixada atravessou a linha vermelha pra ver o que a gente faz. Foi mágico”, contam.


No dia 7 de maio, das 14h às 22h, as meninas experimentam o gosto de missão cumprida com uma edição especial da Feira, em comemoração ao aniversário de 1 ano. Na programação, muito lacry na pista com um super line up de djs, desfile com algumas marcas de expositores e uma oficina pra quem quer dar aquele up no rebolado com as meninas do Afrofunk Rio.

Vai perder? A gente com certeza não! 

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