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galeria - artista é uma palavra feminina

16.03.17

Como um dia a pintora americana Georgia O'Keeffe desejou, esse não é um post sobre grandes artistas mulheres, esse é um post sobre grandes artistas, que nos tocam, chamam aos olhos e ao peito, que admiramos e desejamos compartilhar. Ou um post sobre brasileiras incríveis, que através da arte sublimam e celebram as variáveis possíveis entre ser diferente e ser igual

Como Vivian Caccuri, artista que cria com vibração, transformando a batida, o ritmo e o som em música pros olhos, fazendo bailar ou embalando viagens mais profundas, e aos 30 anos já acumula prêmios pelo mundo, obra festejada na Bienal de Sampa, e um mestrado em Princeton. E é só o começo!

A paulista Vania Mignone, que pinta narrativas (ou desenha sentimentos?), expressos através de cores precisas, objetos cotidianos, desenhos delicados e palavras fortes, sentimentos e confusões comum a todas nós.

Maíra Senise, a artista carioca que carrega com leveza o sobrenome do pai, Daniel Senise, e segue uma trajetória fresca, já criando uma assinatura pessoal e inconfundível, entre esculturas, desenhos e pinturas de criaturas que transitam entre o grotesco e a fofura, irresistíveis.

A mineira Tainá Lima, conhecida como Criola, que passou a infância buscando sua cor nas imagens de arte, e hoje leva representatividade e beleza pras ruas, honrando os espaços públicos com um talento que decide ser urbano, mas poderia estar em qualquer lugar.

A pintora brasiliense Camila Soato, que combina doses de hiperrealismo e escracho em cenas que transitam entre o corriqueiro e o nonsense. Impossível se manter neutro olhando as imagens que tem um delicioso surrealismo tupiniquim.

Carolina Ponte, a artista que borda em cores fortes e alegres uma feminilidade abstrata, entre tramas manuais, tintas e traços, num trabalho cheio de texturas, camadas e possibilidades.

Julia Debasse, a pintora carioca dona de uma fauna própria, por onde passeiam bichos amazônicos, seres mitológicos, folclore regional e plantas indescritíveis, e que não nos cansamos de admirar.

E Gabriela Mureb, que através de performances, vídeos e obras tridimensionais perpetua "ações inúteis, exaustivas, sem clímax", podendo expressar violência através de flores costuradas, ou a suavidade de pedras, depende do olhar.

E o nosso olhar segue encantado, com essas artistas brilhantes e tantas outras que virão - e que nós vamos, mais uma vez, adorar compartilhar! 
 
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