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09.04.17

 #yoko ono



Uma das mulheres mais poderosas do nosso tempo, um dos rostos mais conhecidos do planeta, artista que influenciou gerações, cantora revolucionária, uma das mais famosas viúvas do mundo, ativista, sinônimo de guerra e paz... é impossível ficar indiferente perante ao nome Yoko Ono (que já apareceu aqui, lembra?).


A japonesa multimídia já fazia parte do coletivo Fluxus, de arte conceitual e com pegada libertária e política, e já via seu nome circulando como artista em ascensão quando, em 1966, esbarrou com um certo John Lennon em NY.


Antes de cair de amores por Yoko, John foi tocado por sua obra, através de uma escada que guiava pra uma lupa, onde ele leu um singelo e inquestionável "sim". O que aconteceu a partir daí é lenda, muitas músicas brilhantes e uma tragédia que ela compartilhou com o mundo e transformou em arte.


Arte que agora se revela ao público brazuca através da exposição interariva “O céu ainda é azul, você sabe...”, que acaba de abrir as portas no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo, com cerca de 50 trabalhos produzidos pela artista dos anos 50 até os dias de hoje. 

Pelas paredes e salas, desfilam "instruções" que misturam banalidades da vida real, suas dores e abstrações, como no livro icônico Grapefruit, além de vídeos e imagens que marcaram sua carreira, como a performance no Carnegie Hall, onde ela convidou o público a cortar suas pecas de roupas.


Yoko segue revolucionária, produzindo ativamente e espalhando sua mensagem de paz e otimismo, que nós adoramos ver e sentir.
 
E vale lembrar: a expô fica em cartaz até o dia 28 de maio! 

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